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ARTIGOS



BRASIL - UP GRADE

A Fitch, agência de classificação, elevou a nota do Brasil, agora com a mesma classificação de países como México e Rússia. A melhoria da nota é a primeira desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o Brasil como grau de investimento (Folha de S. Paulo, 05 abr. 2011, p. C8).

A decisão da FitchRatings de elevar a classificação de risco do Brasil é um reconhecimento da consistência da política econômica ao longo dos anos e da melhora de seus fundamentos, alcançada por meio das políticas de metas de inflação, câmbio flutuante, acúmulo de reservas internacionais, responsabilidade fiscal e solidez do Sistema Financeiro, comentou Alexandra Tombini, presidente do BCB (Disponível em: http://www.bcb.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3002&IDPAI=NOTICIAS - Acesso em: 10 abr. 2011).

Esses bons fundamentos da economia brasileira proporcionam melhores condições para o crescimento sustentável e concorrem para a contínua queda no custo de financiamento do investimento. O País demanda e continuará a demandar de financiamento do investimento nos próximos anos. As boas notícias, contudo, não diminuem a determinação do Banco Central em prosseguir trabalhando para assegurar a continuidade dos avanços num ambiente econômico de estabilidade monetária e solidez financeira (id.).

Com sérias dificuldades para rolar sua dívida, Portugal pediu à União Europeia assistência financeira, caminho já trilhado pela Irlanda e Grécia (Valor, São Paulo, 07 abr. 2011, p. C11).

A Dagong Global Credit Rating, agência de classificação de risco chinesa, atribuiu nota “A-“, apenas 2 graus abaixo da dos EUA (“A+”). A nota concedida ao Brasil pela Dagong supera a nota estipulada pelas três grandes agências ocidentais: Moody´s (Baa3), Fitch (BBB) e S&P (BBB+). Todas essas três distinguem os EUA com a nota “triple A”, a mais alta (Valor, São Paulo, 25 abr. 2011, p. A1).

Os EUA receberam alerta da Standard & Poor´s – S&P, uma das principais agências de classificação de risco do mundo. A S&P colocou a nota de risco da dívida soberana dos EUA, ora fixada em AAA (a maior possível), em perspectiva negativa, por conta do elevado déficit público e da crescente dívida pública. Além dos EUA, desfrutam a nota AAA: Alemanha, França, Hong Kong, Reino Unido, Suécia e Suíça. O Brasil continua com a nota BBB- (Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 abr. 2011, p. A12).

O governo Dilma conserva as linhas gerais do antecessor, mas faz correções de rumo. O começo é auspicioso. São pontos fortes: política externa (rigor com direitos humanos, relações mais equilibradas com EUA e China); estilo de governo (menos estridência, maior controle gerencial); economia (menos ortodoxia do BC contra a inflação e mais afinidade com a Fazenda); disciplina fiscal (freio no salário mínimo; corte de R$ 50 bilhões no Orçamento); imagem (menos populismo; preocupação com a classe média) (´Cem dias´. Folha de S. Paulo, São Paulo, 10 abr. 2011, p. A2).