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ARTIGOS



ATUALIDADES ECONÔMICAS – BRASIL REASSUME A 8ª POSIÇÃO

Muitos apostam na demora da Justiça para protelar o pagamento de dívidas certas ou capitalizar tais valores no mercado financeiro, mas muito em breve já não valerá a pena apostar na morosidade processual: feitas as contas, os custos de demandar judicialmente superarão os lucros especulativos, diz Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal – STF (´A resposta do Judiciário´. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 mar. 2010, p. A3).

Ao transferir a presidência do STF para Cezar Peluso, no final de abril, Gilmar Mendes ficará como um dos mais ativos presidentes da história da mais alta Corte. Sob seu comando, a imensa máquina do Judiciário foi objeto de salutar choque gerencial. Além de impor à Justiça brasileira gestão modernizadora, Gilmar Mendes marcou seu mandato pela defesa intransigente dos direitos individuais e pela consolidação do STF como corte constitucional, com a função de arbitrar omissões ou conflito de princípios da Carta de 1988 (´Gilmar Mendes´. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 maio 2010, p. A2).

Os mercados globais enfrentam incertezas em relação à solvência de países como Grécia, Portugal e Espanha. Também em face de dúvida quanto à recuperação global (Folha de S. Paulo, São Paulo, 08 fev. 2010, p. B1).

2. Depois do terremoto, há tremores. Os mercados ainda vão sofrer. A crise foi séria. Vai ter volatilidade, alerta Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco (Folha de S. Paulo, São Paulo, 08 fev. 2010, p. B2).

3. O déficit orçamentário da Grécia, Portugal, Espanha, Irlanda e Itália pairam em torno de 10%. As regras da União Européia, previstas no Tratado de Maastricht, impõem o teto de 3% para o déficit público (Folha de S. Paulo, São Paulo, 07 fev. 2010, p. B3).

4. A União Europeia anunciou socorro à Grécia com previsão de empréstimos do Banco Central Europeu – BCE e dos demais países da zona do euro, além de emergência no Fundo Monetário Internacional – FMI (Folha de S. Paulo, São Paulo, 26 mar. 2010, p. B1).

5. O PIB brasileiro registrou variação negativa de 0,2% em 2009, a primeira contração desde 1992. A crise global restringiu investimentos (-9,9%), reduziu exportações (-10,3%), abalou a indústria (-5,5%) e desacelerou o consumo. Mas a economia começou a recuperar-se ao final de 2009. No 4º trimestre, o PIB avançou 2% em comparação com o 3º trimestre (Folha de S. Paulo, São Paulo, 12 mar. 2010, p. B1).

6. O Banco Central ampliou novamente a previsão de resultado negativo do saldo em transações correntes em 2010: o déficit externo estimado passou de US$ 40 bilhões para US$ 49 bilhões. A entrada dos investimentos estrangeiros diretos somará US$ 45 bilhões em 2010 e, pela primeira vez em nove anos, não será suficiente para a cobertura do déficit. (Folha de S. Paulo, São Paulo, 23 mar. 2010, p. B1).

7. Seria muito bom se tivéssemos o déficit coberto na sua totalidade por investimentos estrangeiros diretos, observa Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do Banco Central (id.). Isso não vai ser possível, continua Altamir Lopes, mas não são de origem ruim os recursos a serem utilizados para o complemento: a entrada de investimentos em títulos e ações.

8. Brasil recua no comércio mundial em 2009. O País cai para a 24ª no ´ranking´ das exportações, correspondente a 1,2% de participação. A China assumiu a liderança do ´ranking´, com participação de 9,6%, seguida da Alemanha (9,0%), dos EUA (8,5%), do Japão (4,7%) e da Holanda (4,0%), de acordo com a Organização Mundial do Comércio – OMC (Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 mar. 2010, p. B12).

9. Brasil volta a ser a 8ª maior economia do mundo em 2009, com base no PIB nominal, em US$, de acordo com a ´Economist Intelligence Unit´. Os EUA (14.258,25) estão no topo do ´ranking´, seguidos do Japão (US$ 5.073,45 bilhões), China (4.908,98), Alemanha (3.353,23), França (2.676,30), Reino Unido (2.185,75), Itália (2.117,80), Brasil (1.531,51), Espanha (1.464,25) e Canadá (1.343,16) (Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 mar. 2010, p. B1).

10. Enquanto em 2009 o PIB da Espanha se contraiu 3,6%, o da Rússia, 7,9%, e do Canadá, 2,4%, o PIB brasileiro ficou praticamente estável. Esse melhor desempenho ajudou o Brasil a voltar a ser a 8ª economia do mundo (id., p. B3).

11. Brasil é o 6º maior investidor em energia renovável. O ´ranking´ dos maiores investidores em energia renovável é liderado pela China (R$ 34,6 bilhões), seguida dos EUA (18,6), Reino Unido (11,2), União Europeia (10,8), Espanha (10,4), Brasil (7,4) e Alemanha (4,3), de acordo com a Pew Charitable Trusts (Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 mar. 2010, p. B5).