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ARTIGOS



PT

A fundação do Partido dos Trabalhadores – PT ocorreu em 10 fev. 1980 em reunião no Colégio Sion, em São Paulo, lembram José Eduardo Dutra e Ricardo Berzoini (´PT, 30 anos militante pelo Brasil´. Folha de S. Paulo, São Paulo, 10 fev. 2010, p. A3).

2. Com 1,3 milhão de filiados, o PT hoje governa o Brasil, além de cinco Estados e mais de 500 municípios (id.).

3. Na Assembléia Constituinte de 1987, o PT somava pequena bancada de 16 deputados e nenhum senador. O partido avançou e chegou à vitória de Lula em 2002 (id.).

4. O governo Lula materializou as grandes bandeiras de luta do PT. Colocou o Brasil no rumo da redução acelerada das desigualdades sociais e regionais. Ampliou a renda interna. Gerou mercado de massas com a criação de empregos e políticas transformadoras. Arquivou a teoria do Estado mínimo, causadora de tantos males ao Brasil. Mudou a imagem do País e elevou-o a novo patamar no cenário mundial. Lula é referência internacional (id.).

5. O fortalecimento do papel do Estado e dos bancos estatais, defendido pelo presidente Lula e por Dilma Rousseff, agora é oficializado no texto do programa de governo elaborado pelo PT (Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 fev. 2010, p. A7).

6. O fracasso do sistema financeiro internacional fez ressurgir o Estado como único capaz de salvar a economia da crise, avalia o presidente Lula. O Estado tem de ter uma presença clara na economia, complementa Dilma Rousseff (Folha de S. Paulo, São Paulo, 16 fev. 2010, p. A6).

7. Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante (o tripé da política econômica de Lula), disse Dilma já como pré-candidata do PT à Presidência, oficializada por ocasião do 4º Congresso Nacional realizado pelo Partido em Brasília (DF). Continuaremos valorizando o servidor e o serviço público, reconstituindo o Estado, recompondo sua capacidade de planejar, gerir e induzir o desenvolvimento do País, complementou Dilma (Folha de S. Paulo, São Paulo, 21 fev. 2010, p. A4).

8. Um Estado forte na condução da economia não é apropriado em bases permanentes, adverte Jim O`Neill, economista-chefe do Goldman Sachs (Folha de S. Paulo, São Paulo, 21 fev. 2010, p. B4). Cabe sim ao Estado encorajar o aumento do investimento com base nos seguintes pontos: 1º) objetivos claros em seus gastos, além de planos para a infraestrutura; 2º) continuidade na criação de ambiente melhor para os negócios privados. Mais: juros reais mais baixos, inflação baixa e superávit primário, além de abertura ao investimento estrangeiro direto. Nível de investimento insuficiente, gastos governamentais excessivos e falta de maior força no desenvolvimento da infraestrutura, essas são as principais preocupações observadas com a economia brasileira.

9. O Brasil tem, entre as onze maiores economias, a menor taxa de investimento (percentual do PIB destinado à construção e à ampliação da capacidade de produção), de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE com base nos dados de 2007. A China destaca-se pela maior taxa de investimento, 39,97%, seguida da Índia, 33,84%; Japão, 23,2%; Canadá, 22,62%; França, 21,47%; Rússia, 21,07%; Itália, 21,05%; Alemanha, 18,7%; EUA, 18,37%; Reino Unido, 17,78%; e Brasil, 17,52% (Folha de S. Paulo, São Paulo, 22 fev. 2010, p. B1).

10. A crise justificou escolhas ideológicas, anteriormente já arquivadas, de aumento do tamanho do Estado. Neste aspecto, a crise fez mal ao Brasil. Quem se saiu melhor da crise foi justamente quem havia reduzido o tamanho do Estado (Coreia, Tailândia, Indonésia, México, Brasil). A Grécia havia aumentado o tamanho do Estado e está em crise, analisa José Márcio Camargo, economista (Diário do Nordeste, Fortaleza, 27 fev. 2010, Negócios, p. 10).