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ARTIGOS



INVESTINDO NO BRASIL – CRESCIMENTO E INCLUSÃO SOCIAL

O Brasil saltará do 9º para 7º lugar na economia mundial em 2011. Será o 6º em 2018 e o 5º em 2026, de acordo com previsões do ministro Guido Mantega, da Fazenda, no seminário ´Investindo no Brasil´ (Folha de S. Paulo, São Paulo, 06 nov. 2009, p. B4).

2. O País é o ´objeto do desejo´ porque, pelo conjunto de suas condições, tem o crescimento mais sólido pela frente, mercado interno importante, regras claras, transparência e presença maior de capital externo em relação ao PIB. O mundo deve crescer 1,5% ou 2% em 2010, mas o Brasil crescerá 5%. Os mercados estão-se antecipando ao nosso novo ciclo de crescimento. O Brasil tem pré-sal, Copa do Mundo em 2014, Jogos Olímpicos em 2016, além de grandes empreendimentos em infraestrutura, etc., avalia Mantega (Valor, São Paulo, 06 nov. 2009, p. F4).

3. Superada a crise, o Brasil vive agora um momento de administrar o sucesso. A maior evidência do sucesso é o aumento do fluxo de capitais estrangeiros para o País. Em out. /2009, o governo, para contê-lo, decidiu tributá-lo em 2% na entrada dos recursos, observa Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil (Valor, São Paulo, 26 nov. 2009, p. C3).

4. Quando os pobres se transformam em consumidores, passamos a ter uma revolução silenciosa, assinala Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Banco Bradesco S.A. (Folha de S. Paulo, São Paulo, 21 nov. 2009, p. B7).

5. O pobre sem consumo (continua Trabuco) estrangula a expectativa de vida, a esperança, o desejo de progresso.

6. O Brasil está batendo em 194 milhões de habitantes e vai continuar crescendo. Quando essa população estabilizar-se em 250 milhões de habitantes, a renda per capita estará por volta de US$ 14 mil dólares, nível de países europeus.

7. O País ainda está atrasado uns 30 anos para chegar a ser uma sociedade emergente de consumo, com o déficit habitacional zerado. Ainda há cerca de 8 a 11 milhões de famílias sem endereço. No caso de automóveis, estão faltando ainda 8 milhões de veículos para chegarmos à mesma proporção argentina.

8. O crédito imobiliário poderá ter um crescimento formidável. Ele penetra hoje 3,5% do PIB. Mas poderá estar ao redor de 11% do PIB em 2014.

9. O mercado bancário brasileiro está consolidado. Entre os bancos de presença nacional, a consolidação convergiu para dois estatais, dois privados e dois estrangeiros, todos extremamente competitivos. Outros vão atuar regionalmente. Outros vão atuar como bancos de nicho. Há uma grande competição, mas não uniforme, conclui Trabuco.

10. Quem sustentou a economia brasileira durante a crise foi a capacidade de consumo dos pobres. As classes D e E do Norte consumiram 5% a mais que a A e B do Sudeste, afirma o presidente Lula (Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 nov. 2009, p. A2).

11. As vendas de Natal deverão crescer entre 12% a 15%, em comparação com igual período em 2008. O melhor Natal da história ocorreu em 1994 com o Plano Real, lembra Abram Szajman, presidente da Fecomércio-SP (Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 nov. 2009, p. B11).