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ARTIGOS



CRISE, PROMOÇÃO E PROGRESSO

O Brasil recebeu a chancela de ´grau de investimento´ (´investment grade´) da Moody´s (Folha de S. Paulo, Sâo Paulo, 23 set. 2009, p. B1).

2. Em 22 set. 2009, essa agência de classificação elevou, de ´Ba1´ para ´Baa3´, a nota para a dívida brasileira de longo prazo em moeda estrangeira. O ´grau de investimento´, do qual a nota ´Baa3´ é o piso (´Aaa´, a melhor nota), indica as boas condições de um país honrar suas dívidas.

3. A promoção (´upgrade´) pela Moody´s deve-se à solidez demonstrada pelo Brasil na crise internacional, a maior em 80 anos. A economia brasileira mudou, de fato, de nível.

4. As turbulências deixaram claro quão resiliente é a economia brasileira e evidenciaram a sua capacidade de absorver choques significativos, afirmou Mauro Leos, analista-chefe de crédito da Moody´s para a América Latina. O desempenho brasileiro superou o de outras nações. Esse fato é notável, complementou Leos.

5. A Moody´s, ao lado da Fitch e da Standard & Poor´s – S&P, são as três grandes classificadoras de risco.

6. A S&P (em 30 abr. 2008) e a Fitch (em 29 maio 2008) já haviam elevado o Brasil à condição de ´grau de investimento´.

7. O ´grau de investimento´ reduz o custo da captação de recursos pelas empresas e pelo governo. Atrai novos investimentos estrangeiros.

8. Advertência: as três grandes classificadoras de risco mostram preocupação com a situação fiscal. A arrecadação e os gastos do governo federal preocupam.

9. Mais ainda: as reformas tributária, trabalhista e fiscal são essenciais para o avanço do País.

10. A decisão da Moody´s reforça a percepção geral de oportunidade de investimento no Brasil. Mas o aumento do investimento externo reforça a valorização do real. A preocupação com a veloz apreciação do real dominou o Fórum de Economia da FGV (Folha de S. Paulo, São Paulo, 23 set. 2009, p. B3).

11. Tomamos todas as medidas necessárias para colocar o Brasil numa situação extremamente confortável, avalia o presidente Lula. A partir da ´Carta ao povo brasileiro´, de jul. de 2002, comprometemo-nos com a manutenção da estabilidade econômica, respeito aos contratos e com a diminuição da vulnerabilidade externa. O Brasil está bem melhor. Saiu-se bem e rápido da crise financeira internacional, bem mais grave em comparação com a crise do México (1994-95) e com a crise da Rússia (1998) (id.).

12. No esteio da situação extremamente confortável assinalada pelo presidente Lula, o Comitê Olímpico Internacional escolhe a cidade do Rio de Janeiro para a sede dos Jogos Olímpicos em 2016. O evento exige muita organização, planejamento, segurança, estrutura e investimento. A previsão dos investimentos privados e públicos soma R$ 28,8 bilhões (Diário do Nordeste, Fortaleza, 03 out. 2009, Rio 2016).

13. Primeira cidade a vir a sediar os Jogos Olímpicos na América do Sul, o Rio de Janeiro disputou com cidades do primeiro mundo como Chicago, Madri e Tóquio (id.).

14. O Brasil mostrou ter competência para sediar o evento, disse o presidente Lula (id.).

15. A escolha do Rio de Janeiro é um extraordinário sinal de progresso, afirmou o presidente Barack Obama (id.).

16. O Brasil, com o desafio de preparar o Mundial de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, terá a chance de provar: não é mais o País do futuro e sim do presente. Teremos oportunidade de mostrar à comunidade esportiva internacional a nossa capacidade para organizar eventos tão importantes, frisa Ferruccio Feitosa, secretário de Esporte do Estado do Ceará (id.).

17. A apresentação impecável do País e a visão, na economia, de um novo Brasil foram os pilares da vitória da candidatura da cidade do Rio de Janeiro, observou Luiz Trabuco, presidente-executivo do Bradesco (Folha de S. Paulo, São Paulo, 04 out. 2009, p. B2).

18. O Brasil será a 5ª economia do mundo em 2016, garante Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil (id.).

19. A Vale anunciou: está atraindo quatro megaprojetos de siderurgia para o Brasil (Aços Laminados do Pará, Companhia Siderúrgica do Atlântico – RJ, Companhia Siderúrgica do Ubu – ES e Companhia Siderúrgica de Pecém – CE). Os investimentos somam R$ 31,2 bilhões e gerarão 80 mil novos empregos (Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 set. 2009, p. A8).