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ARTIGOS



ECONOMIA BRASILEIRA

O PIB per capita cresceu 20% nos últimos seis anos, enquanto a massa salarial, 17%. O País gerou mais de 8 milhões de empregos formais. O salário mínimo aumentou seu poder real de compra em 45% e beneficiou 42 milhões de pessoas. Cerca de 17 milhões de pessoas deixaram a pobreza e passaram a ser participantes ativos da construção do País. Entre out. de 2008 e abr. de 2009, já em plena crise, 316 mil pessoas saíram da pobreza nas grandes cidades. O Bolsa Família já atende a mais de 11,3 milhões de famílias e contribui para tirar milhões da miséria. Por meio da manutenção das crianças na escola, o Bolsa Família amplia as oportunidades econômicas e sociais das novas gerações de brasileiros, afirma Mercadante, economista, senador da República (`Eles vieram para ficar´. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jul. 2009, p. A3)

2. A boa conjuntura da economia internacional garantiu contribuição relevante ao crescimento. O mercado interno teve papel significativo na consolidação do desenvolvimento. Mas, nos próximos anos, nosso desenvolvimento terá de escorar-se, essencialmente, no mercado interno. O comércio internacional mostra queda de 31% no 1º trimestre de 2009, em comparação ao mesmo período de 2008, alerta Aloizio Mercadante (id.).

3. A Shell lidera o ´ranking´ das 500 maiores empresas globais, por faturamento, elaborado pela ´Fortune´. Em seguida, aparecem a ExxonMobil e o Wal-Mart. O Brasil conta com 6 empresas no ´ranking´ sob a liderança da Petrobras (34ª posição), seguida do Bradesco (148ª), Itaúsa (149ª), Banco do Brasil (174ª), Vale (205ª) e Gerdau (400ª) (Folha de S. Paulo, São Paulo, 09 jul. 2009, p. B8).

4. As 500 maiores empresas brasileiras revelam aumento de 5% nas vendas (de US$ 808 para US$ 846 bilhões), de 2007 para 2008, de acordo com Melhores e Maiores 2009 (Exame, São Paulo: Abril, n. 947, 15 jul. 2009, p. 28). Mas o lucro recuou de US$ 52 para US$ 36 bilhões, ou seja, -31,5%.

5. Cresce a fatia estrangeira no capital de empresas nacionais. A participação do capital externo no total negociado na Bovespa aumentou de 22,3% para 36,0%, de 1999 a jun./2009 (Folha de S. Paulo, São Paulo, 13 jul. 2009, p. B1).

6. Os números do 2º trimestre de 2009 já mostram o PIB brasileiro em expansão. A variação positiva deverá situar-se entre 0,5%, para os mais pessimistas, e 2,3%, para os mais otimistas. O PIB acusou duas contrações consecutivas: no 4º trimestre de 2008, de 3,6%, e no 1º trimestre de 2009, de 0,8% (Valor, São Paulo, 15 jul. 2009, p. A1).

7. O Brasil detém 1,2% do comércio mundial, com base em 2008, segundo a Organização Mundial do Comércio – OMC. O País é o 22º no ´ranking´ dos exportadores e o 24º no ´ranking´ dos importadores. A Alemanha continua sendo o 1º lugar em vendas externas (9,1% do total), seguida da China (8,9%) (Folha de S. Paulo, São Paulo, 23 jul. 2009, p. B13).

8. As exportações de café crescem de 27,4 para 31,3 milhões de sacas, entre a safra de 2007/08 e 2008/09, e atingem recorde histórico. O Brasil é o maior exportador do produto, com fatia em torno de 30% do mercado mundial. Na sequência, vem o Vietnã. Os anos 1880-1930, em face da supremacia da cultura cafeeira, representam para a economia nacional o denominado ciclo do café. Em 1929, São Paulo atendia a 2/3 do consumo de café no mundo. Ainda em 1952, no governo Getúlio Vargas, o café respondeu por 73,7% das vendas externas. Caiu para 20% em 1973 e chegou a 2,3% em 2008 (Valor, São Paulo, 06 jul. 2009, p. B10).

9. O Brasil tem a mais moeda a mais volátil em ´ranking´ envolvendo 25 moedas internacionais, de acordo com estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. O índice de volatilidade do câmbio brasileiro é de 21,52% entre 2002 e 2009, ante 9,38% da Rússia e 6,31% da Índia. Em cinco dos oito anos pesquisados, o real está entre as três moedas mais voláteis. Para a Fiesp, o governo deve ser mais atuante na gestão do câmbio para conter a volatilidade exagerada. Existe um arsenal de medidas disponíveis para o controle do câmbio, um dos mais importantes indicadores da economia. A Fiesp não é contrária ao regime de câmbio flutuante, conclui Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da referida Entidade (Folha de S. Paulo, São Paulo, 25 jul. 2009, p. B2).

ECONOMIA BRASILEIRA

O real forte é problema a médio prazo para a indústria brasileira. A curto prazo, é possível conciliar com o câmbio. Mas num prazo maior a indústria perde competitividade e, por conseguinte, perde espaço no mercado interno e externo. A participação em volume das exportações brasileiras de manufaturados, de 2005 para cá, caiu 17% relativamente às exportações mundiais. O Brasil perdeu ´market share´ no mercado internacional de manufaturados, máxime por conta da apreciação cambial, avalia Francisco Eduardo de Souza, assessor do BNDES (Valor, São Paulo, 17 ago. 2009, p. A6).

2. O dólar caro é um veneno doce. Torcer pela disparada do dólar seria como torcer contra o País. É um erro criticar a valorização do real. Ela indica: as coisas por aqui vão bem. Uma moeda forte é bom sinal. Significa a volta da confiança e bom cenário para a indústria e para os investimentos. Mas a oscilação atrapalha, alerta Rolf-Dieter Acker, presidente da Basf (´Isto é dinheiro´. São Paulo: Três. n; 621. 02 set. 2009, p. 30).

3. Antes de a crise explodir, no dia 12 set. 2008, o prêmio de risco do México era de 134,1 pontos básicos, em comparação com os 155,30 pontos do Brasil. Enquanto o risco-México subiu 22,1% desde então, o risco-Brasil teve queda de 19,6%. O Brasil foi um dos primeiros países a sair da recessão, e as perspectivas de crescimento para 2010 são ainda mais animadoras, dado o ciclo de investimentos nas áreas de petróleo e gás. O México, com economia mais dependente das importações dos EUA e menos diversificada, está em situação mais difícil (Valor, São Paulo, 24 ago. 2009, p. C1).

4. Entre os BRICs, a prioridade da Basf é a China, em razão do gigantesco potencial do mercado interno e manutenção de elevadas taxas de crescimento. Depois vem o Brasil. O País terá, em dois ou três anos, a maior produção agrícola do planeta, à frente dos EUA, e uma grande população entrando para o mercado de consumo. A Rússia e a Índica dependem muito de iniciativas externas. O Brasil, atualmente, depende só de si (id.).

5. O Brasil é o 3º maior produtor mundial de frutas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Frutas – Ibrasf. A liderança do ´ranking´ é da China (175 milhões de toneladas), seguida da Índia (57 milhões) e do Brasil (43 milhões, sendo 18 de laranja). Cerca de 30% da produção brasileira destina-se ao mercado internacional. (Diário do Nordeste, Fortaleza, 16 ago. 2009, p. 7).