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ARTIGOS



GERENCIAMENTO DE RISCOS

O Banco do Brasil S.A., em suas atividades, está exposto aos seguintes riscos principais: a) risco de mercado; b) risco de liquidez; c) risco de crédito; d) risco operacional; e) risco legal; f) risco de conjuntura; e g) risco de imagem.

2. Risco de mercado . É a possibilidade de perdas em razão de mudanças no comportamento das taxas de juros, do câmbio, dos preços das ações e dos preços de ´commodities´.

3. Risco de liquidez . Assume duas formas:

a) risco de liquidez do mercado (possibilidade de perdas em razão da incapacidade de realizar uma transação em tempo razoável e sem perda significativa de valor); e

b) risco de liquidez de fluxo de caixa ou ´funding´ (possibilidade de perdas associada a uma eventual falta de recursos para honrar os compromissos assumidos em função do descasamento entre os ativos e os passivos).

4. Risco de crédito . É a possibilidade de perdas em razão da incerteza quanto ao recebimento de valores pactuados com tomadores de empréstimos e financiamentos, contrapartes de contratos ou de emissões de títulos.

5. Risco operacional . É a possibilidade de perdas em razão de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. Inclui o risco legal.

6. Risco legal. É a possibilidade de perdas em razão de multas, penalidades ou indenizações de ações de órgãos de supervisão e controle, bem como perdas decorrentes de decisão desfavorável em processos judiciais ou administrativos.

7. Risco de conjuntura. É a possibilidade perdas em razão de mudanças nas condições políticas, culturais, sociais, econômicas ou financeiras do Brasil e de outros países.

a) Risco estratégico. É a possibilidade de perdas pelo insucesso das estratégias adotadas, levando-se em conta a dinâmica dos negócios e da concorrência, as alterações políticas no País e fora dele e as alterações na economia nacional e mundial.

b) Risco-país. É a possibilidade de perdas em funções de alterações políticas, culturais, sociais, financeiras/fluxo de capitais ou econômicas em outros países com os quais haja algum tipo de relacionamento econômico, principalmente investimentos.

c) Risco sistêmico. É a possibilidade de perdas em virtude de dificuldades financeiras de uma ou mais instituições capazes de provocar danos substanciais a outras ou ruptura na condução operacional de normalidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

8. Risco de imagem. É a possibilidade de perdas decorrentes de a instituição ter seu nome desgastado junto ao mercado ou às autoridades, em razão de publicidade negativa, verdadeira ou não.

9. Estrutura de governança. O modelo de governança dos riscos contempla os seguintes aspectos: a) segregação de funções: negócio x risco; b) estrutura específica para avaliação/gestão de risco; c) processo de gestão definido; d) decisões em diversos níveis hierárquicos; e e) normas claras e estrutura de alçadas; e f) referência às melhores práticas de gestão.

10. A governança de riscos do BB é centralizada no Comitê de Risco Global (CRG), ao qual se vinculam três subcomitês: a) Subcomitê de Risco de Crédito (SRC); b) Subcomitê de Mercado e Liquidez (SRML); e c) Subcomitê de Risco Operacional (SRO).

11. Processo de gestão dos riscos. Envolve fluxo contínuo de informações e obedece as seguintes fases: a) preparação – fase de coleta e análise dos dados; nesta etapa, são analisadas e propostas medidas sobre os riscos para discussão e deliberação nos subcomitês e, se necessário, para posterior discussão e deliberação no CRG; b) decisão – as decisões são tomadas de forma colegiada nos escalões competentes e comunicadas às áreas intervenientes; c) execução – as áreas intervenientes implementam as decisões tomadas; e d) acompanhamento/gestão – é o controle realizado pela Diretoria de Gestão de Riscos; avalia o cumprimento das deliberações e seus impactos no BB; comunica a situação dessas ações ao fórum competente (subcomitê ou CRG); o controle dessas decisões e o reporte aos subcomitês/CRG proporciona o aprimoramento do processo de gestão.

12. Código de governança corporativa. O BB dispõe de um Código de Governança Corporativa, por meio do qual a sua administração se compromete com a transparência, a prestação de contas, a equidade e a responsabilidade socioambiental. O Código apresenta uma visão panorâmica e de consulta simplificada sobre princípios e práticas do BB. Contribui para fortalecer a transparência de sua gestão, aumentar seu valor institucional e facilitar o acesso ao seu capital por parte de investidores, além de concorrer para sua perenidade.

13. Código de ética. Disseminado por toda a empresa, o Código de Ética do BB orienta os funcionários na condução dos negócios e no relacionamentos com os diversos ´stakeholders´. O BB e seus funcionários adotam os seguintes valores éticos como prioritários e comuns a todos os relacionamentos: justiça, responsabilidade, confiança, civilidade e respeito.

Referência bibliográfica: Disponível: . Acesso: 10 mar. 2008.