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ARTIGOS



PSICOLOGIA DAS FINANÇAS

São arquétipos do comportamento irracional do investidor:

1) aversão à perda (investidores sentem mais a dor da perda e menos o prazer obtido com um ganho equivalente);

2) efeito doação (após receber determinada carteira de investimentos, o apego faz o investidor sobrevalorizá-la e perder o ´timing´ de uma reformulação);

3) efeito manada (investidor aposta até o último segundo num ativo, mas é o primeiro a fugir ao menor sinal de perdas);

4) medo do arrependimento (a vergonha de errar faz o investidor apostar na média do mercado para evitar perder sozinho);

5) efeito disposição (investidores tendem a vender os investimentos quando eles sobem de preço após a compra; também tendem a reter os investimentos por muito tempo quando eles caem);

6) autoconfiança excessiva (80% das pessoas consideram-se acima da média em relação às suas habilidades de como obter lucro no mercado);

7) otimismo e pessimismo exagerados (em busca do lucro certo, investidor tende a comprar papel com base em boa rentabilidade passada); e

8) sobre-reação às novidades (mercado tende a sobrevalorizar o impacto de novas tecnologias no preço dos ativos do mercado). A premissa básica da economia tradicional é a racionalidade. Mas, de acordo com as finanças comportamentais, os indivíduos são bem menos racionais em relação à forma concebida nessa premissa.

A neuroeconomia será uma ferramenta para entender as decisões e a escolha do consumidor. Os estudos ajudam a compreender se as decisões de investimento são baseadas em prazer, mesquinharia ou em ganhos pessoais

(Folha de S. Paulo, São Paulo, 14 jul. 2007, p. B10).