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ARTIGOS



TRANSPORTES

O Brasil, com 29.487 km, está no 10º lugar no ´ranking´ dos países com maior malha ferroviária, liderado pelos EUA (227.736 km), Rússia (87.157 km) e China (71.898 km) (Anuário Exame, São Paulo: Abril, nov. 2006, p. 107).

O Brasil, com 1.751.862 km (196.093,9 pavimentadas e 1.555.768,1 não-pavimentadas), está no 4º lugar no ´ranking´ dos países com maior malha rodoviária, liderado pelos EUA (6.407.637 km), Índia (3.851.400 km) e China (1.809.829 km) (Anuário Exame, São Paulo: Abril, nov. 2006, p. 155).

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A matriz do transporte de carga no Brasil é a seguinte, com base em 2004: transporte rodoviário, 61,1%; ferroviário, 20,7; hidroviário, 13,6%; dutoviário, 4,2%; e aéreo, 0,4%. A frota brasileira de caminhões, com base em 2005, é de 1,7 milhão de unidades. A participação das rodovias no transporte de carga aumentou de 56,3%, em 1990, para 61,1%, em 2004. A logística (interligação das diversas cadeias de suprimentos da economia, desde a armazenagem até a distribuição dos produtos) movimentou em torno de R$ 214 bilhões em 2005, correspondente a 12,5% do PIB (Valor Setorial: Logística & transportes. São Paulo: Valor Econômico, abr. 2006).

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Em 2006, o processo de privatização das ferrovias brasileiras completa 10 anos de seu início. São aspectos positivos da fase pós-privatização (1997-2006): 1) o volume das cargas transportadas cresceu 55% (26% da carga transportada no País contra 17% da estatal Rede Ferroviária Federal); 2) o faturamento das empresas ferroviárias saltou de R$ 2,29 bilhões para R$ 7,49 bilhões, crescimento de 213%; 3) o aumento dos investimentos; 4) os resultados financeiros (as empresas ferroviárias vêm revertendo o resultado negativo nos últimos 3 anos); 5) a redução em 56% do índice de acidentes; 6) a ampliação da oferta de serviços. São pontos negativos: 1) a distância média percorrida permanece praticamente inalterada, próxima de 545 quilômetros; 2) a velocidade de percurso, representativa da qualidade da linha férrea, manteve-se praticamente inalterada; cresceu apenas 1,7%, de 28,6 para 29,1 km/h; 3) a produtividade dos vagões, ou seja, a quantidade de tonelada/km transportada por ano, por cada vagão, se reduziu em 14,9%; no período, o número de vagões passou de 53.837 para 94.075, aumento de 75%, e o número de locomotivas passou de 1.365 para 2.542, aumento de 86%; falta investimento em expansão e melhoramento das linhas (´Valor Setorial – Ferrovias´. São Paulo, set. 2006).

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A malha rodoviária federal pavimentada, composta de 57.933,1 km, já tem 1.474,4 km sob a gestão privada, em regime de concessão, concedida por meio de licitação. A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) prepara a licitação para a implantação do regime de concessão em mais 2.600,8 km. A cobrança de pedágio propiciará receita de impostos para o governo estimada de R$ 9,3 bilhões (Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 nov. 2006, p. B9).

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O sistema de transporte subterrâneo de Nova Iorque, inaugurado em 1900, um dos mais antigos, complexos e extensos do mundo, composto de 375 km de extensão e 468 estações (consumo de energia equivalente a uma cidade de 1,5 milhão de habitantes), serve a 7 milhões de usuários/dia. O metrô será ampliado em três novas linhas e o número de estações passará de 500. O metrô de São Paulo, composto de 60 km e 57 estações, serve a 2,7 milhões usuários/dia (Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 nov. 2006, p. A30). O metrô de Londres, aberto em 1863, o mais velho e o mais extenso, tem hoje 408 km com 275 estações. O metrô de Paris foi inaugurado em 1900 e o de Tóquio, o recordista em número de passageiros, em 1927 (Superinteressante, São Paulo: Abril, n. 233, dez. 2006, p. 53).

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O Programa Brasileiro de Concessão de Rodovias foi criado pela Lei nº 8.987, de 1995. As 23 melhores rodovias do País são as pedagiadas, 20 das quais são administradas pela iniciativa privada, de acordo com a Pesquisa Rodoviária 2006, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). A Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) conta com 36 filiadas (Folha de S. Paulo, São Paulo, 30 nov. 2006, Informe Publicitário, p. 1).