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ARTIGOS



COMUNICAÇÕES

O Brasil, com 134 milhões de telefones (42,3 fixos e 91,7 celulares), está em 6º lugar no ´ranking´ mundial, liderado pela China (743,8 milhões), EUA (394,1 milhões) e Rússia (160,1 milhões), de acordo com o relatório da União Internacional de Telecomunicações (UIT) de 2005 (Anuário Exame, São Paulo: Abril, nov. 2006, p. 123).

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No Brasil, o número de acessos móveis, no total de 40,1 milhões, ao final de agosto/2003, está assim distribuído: por bandas: “A” (59,74%); “B” (30,21%), “D” (8,92%) e “E” (1,13%); por tecnologia: AMPS, 1,96%; TDMA, 57,40%; CDMA, 30,59%; e GSM 10,05; por planos: pós-pago, 26,35%; pré-pago, 73,65%.

De acordo com a ANATEL, o Serviço Móvel Celular (SMC) abrange as bandas “A” e “B”, e o Serviço Móvel Pessoal (SMP), as bandas “D” e “E”.

Um dos motivos da diminuição constante no uso de conexões fixas deve-se à baixa velocidade de transmissão das redes cabeadas, hoje na faixa média de 144 kbits.

Os aparelhos de telefonia celular, de acordo com o avanço da tecnologia nos últimos 15 anos, já estão iniciando sua 3ª geração. A principal função do celular é a comunicação, mas ele oferece, cada vez mais, recursos para o entretenimento do usuário (câmara fotográfica, câmera de vídeo, sintonizador de emissoras de rádio FM, jogos)

A 1ª geração (até 1998) utilizava a tecnologia “Advanced Mobile Phone System (AMPS)”: aparelhos grandes (tijolões); tecnologia analógica; bateria de curta duração.

A 2ª geração (1998 a 2002) utilizava a tecnologia “Time Division Multiple Acess (TDMA)”ou a “Code Division Multiple Acess (CDMA)”: aparelhos menores, mais leve e, em alguns casos, com telas coloridas; possibilidade de navegar em formato texto pela internet (WAP); envio e recebimento de mensagens; secretária eletrônica e identificador de chamadas; baterias com maior duração de tempo.

A geração 2,5 (2002 em diante) utiliza a tecnologia “Global Systems for Mobile (GSM)” ou “CDMA1x”: aparelhos com possibilidade de navegação pela internet em alta velocidade; câmera digital embutida em alguns modelos; sons polifônicos para toques no celular; telefones com rádio FM e capacidade de reproduzir arquivos no formato MP3; “chip” com informações pessoais e com possibilidade de transporte de um aparelho para outro; telas maiores, coloridas e maior definição.

A 3ª geração deverá utilizar a tecnologia “Edge” ou “Evolution Data Only (EVDO)” e promete: aparelhos unindo as funções de “palmtop” e celular, com telas maiores; navegação com “interface” gráfica na internet; maior velocidade na transmissão de dados; câmeras e filmadoras embutidas. A 3ª geração não foi, até agora, uma experiência bem-sucedida na Europa, Japão e Coréia do Sul.

A principal característica de 3G será a capacidade de transmitir grandes quantidades de dados em alta velocidade, possibilitando “download” de músicas, “streaming” de vídeo e localização por GPS (sistema de posicionamento global).

Estima-se em 1,3 bilhão o total de telefones celulares ativos no mundo, e desse total 1 bilhão são assinantes do sistema GSM.

O Dicionário Oboé do Celular, disponível na página , traz verbetes sobre ERBs, bandas, AMPS, TDMA, CDMA, GSM e muitos outros termos da conexão móvel.

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O número de linhas de celulares chegou a 70,8 milhões em abr. 2005. O Brasil passa a ter 38,6 linhas de celulares para cada grupo de 100 habitantes. A maior concentração de linhas está no Distrito Federal, com 106,5 linhas para cada grupo de 100 habitantes. Em São Paulo, a relação é de 44,2 linhas. No Rio de Janeiro, de 54,7 linhas. Os telefones com a tecnologia GSM (TIM, Oi e Claro) estão em 38,34% das linhas; TDMA (em desuso) em 31,92% das linhas; e CDMA (Vivo) em 29,37% das linhas. A Vivo tem a maior participação de mercado (39,28%), seguida da TIM (21,36%) e Claro (20,73%). Até o final de 2005, o Brasil deverá ter 81 milhões de celulares ou 43,98 linhas para cada grupo de 100 habitantes. Até o final de 2009, a estimativa é de 131 milhões de celulares ou 67,4 linhas para cada grupo de 100 habitantes, de acordo com a ANATEL (Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 maio 2005, p. B4).

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O Brasil é o 5º país do mundo em número de telefones celulares, de acordo com a lista do “Computer Industry Almanac”, segundo a qual o País terá 86 milhões de celulares ou 4,1% do total mundial, até o final de 2005 (78,9 milhões de celulares em ago. 2005, segundo a ANATEL). A China é o 1º lugar com 398 milhões de celulares (19,3%), até o final de 2005. Em seguida, vêm os EUA com 202 milhões (9,9%); a Rússia com 115 milhões (5,6%); e o Japão com 95 milhões (4,6%) (Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 set. 2005, p. B3).