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ARTIGOS



MARKETING & GERAÇÕES

O ´marketing´ chega à sua 11ª geração em 2006.

Surgem novas regras para enfrentar a concorrência e ganhar o consumidor, o ´Camaguru sensível´.

A evolução do ´marketing´ passou pelas seguintes fases (gerações), segundo Francisco Alberto Madia de Souza, da ´Madiamundomarketing´:

1ª (anos 50 a 60) - não havia tantas ferramentas, como vendas e pesquisas; a palavra ´marketing´ começou a ser mencionada pelas multinacionais; Peter Drucker lançou em 1954 o livro ´Praticidade de administração de empresas´ e elevou o ´marketing´ à ideologia das companhias modernas;

2ª (anos 70) - lojas de departamento são substituídas pelos ´shoppings´; ´share of market´ (participação no mercado) é a senha das empresas;

3ª (começo dos ano 80) - as empresas começam a olhar de fora para dentro;

4ª (de 1982 a 1986) – as empresas descobrem a necessidade de motivar o consumidor; ´share of mind´ (participação na mente) é a senha das empresas;

5ª (de 1986 a 1993) – as empresas voltam a procurar a entender o consumidor; surge o ´data-base´ para o ´marketing´ direto/relacionamento;

6ª (1994) – surge o consumidor ´Camaguru´; além de ter aprendido a consumir, começa a brigar pelos seus direitos; a mídia segmentada começa a ganhar força;

7ª (1995) – aparece a ferramenta ´www´, a internet; lugar (´place´) e comunicação (´promotion´) estão juntos;

8ª (1988) – era do ´aftermarketing´, ou seja, as empresas têm de preocupar-se com o depois da venda; as empresas entendem a importância do ´buzz marketing´ (boca a boca); ´share of client´ (participação do cliente) é a senha das empresas;

9ª (2001) – empresas lado a lado com os clientes; tudo concorre com tudo e o tempo do cliente nunca foi tão importante;

10ª (2003) – crise intelectual; capital não é só o dinheiro, é também conhecimento; as pessoas têm de recuperar seus relacionamentos para manter-se organizadas;

11ª (2006) – surge o ´Camaguru sensível´. O consumidor hoje é sensível aos seguintes pontos principais: 1) estilo e personalidade (´design´); 2) história da empresa; 3) motivação pelo alegre (lúdico); 4) contexto; 5) empatia; 6) autenticidade; e 7) transparência.

A ´loja-conceito´ é uma referência para o consumidor.

O produto novo não é um diferencial, pois logo será copiado, razão pela qual as empresas devem encantar o consumidor pela elegância e pela hospitalidade (Gazeta Mercantil, São Paulo, 04 set. 2006, p. C-6).