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ARTIGOS



CONSUMIDORES

O mundo tem apenas sete tipos de consumidores, sob o ponto de vista de comportamento de consumo (segmentação psicográfica), de acordo com critério adotado pela Y&R, agência de publicidade (Valor, São Paulo, 17 jul. 2006, p. B5):

1) transformadores (autênticos, tidos como intelectuais, menos materialistas); no Brasil, são 9% dos consumidores; nos EUA, 18%; na França, 18%;

2) exploradores (pessoas mais intuitivas, guiadas pela necessidade de descobertas e desafios; gostam de experimentar novos produtos e compram por impulso); no Brasil, são 10% dos consumidores; nos EUA, 6%; na França, 8%;

3)  vencedores (muito organizados; para escolher uma marca, buscam recompensa e prestígio); no Brasil, são 19% dos consumidores; nos EUA, 15%; na França, 15%;

4) emuladores (materialistas; os seus valores estão relacionados a admiração, aquisição e consumo; compram por impulso; consumistas, optam por marcas da moda); no Brasil, são 25% dos consumidores; nos EUA, 8%; na França, 4%;

5) integrados (vivem o mundo doméstico, no qual a rotina é fundamental; as escolhas envolvem o coletivo; optam por marcas com adequada relação preço/benefício; fiéis à marca; compram por hábito); no Brasil, são 26% dos consumidores; nos EUA, 37%; na França, 26%;

6) batalhadores (o objetivo da vida é a sobrevivência; gostam de viver seguindo regras tradicionais; escolhem marcas oferecedoras de segurança; preço é um ponto importante na decisão); no Brasil, são 6% dos consumidores; nos EUA, 9%; na França, 9%; e

7) inconformados (insatisfeitos e rebeldes; vivem para o hoje, sem planos para o futuro; contam com a sorte; o consumo está relacionado a preço, crédito e gratificações instantâneas); no Brasil, são 6% dos consumidores; nos EUA, 7%; na França, 11%.

Os integrados são a maioria no mundo. Empresas de grande porte têm buscado identificar seus consumidores mais por seu estilo de vida e não pela classe social, observa César Ortiz, diretor da Y&R Brasil. A fabricante de bebidas AmBev e a operadora de telefonia celular Vivo, por exemplo, recorrem à segmentação psicográfica para orientar a comunicação com seus clientes, complementa Ortiz.